Recomendações para o novo Governo – a visão da Filasa

Os empresários da indústria têxtil e vestuário elencam os principais desafios que enfrentam atualmente e apontam algumas medidas que deverão ser tidas em conta pelos governantes eleitos. Esta é a perspetiva de Fátima Antunes.

Fátima Antunes

 

Antes de saberem o resultado das eleições de 10 de março e de como seria constituído o próximo Governo do país, os empresários questionados pelo Jornal Têxtil apontaram algumas das prioridades e eventuais medidas que deveriam ser assumidas nos próximos tempos. O reconhecimento da importância da indústria têxtil e vestuário na economia e estrutura social do país foi uma das referências, a juntar-se à revisão fiscal, tributação sobre o trabalho, apoios à internacionalização e modernização, incluindo na transição digital, defesa dos interesses da indústria em Bruxelas, mas, sobretudo, a estabilidade desejada para que as empresas possam ser competitivas nos mercados internacionais.

Esta é a perspetiva de Fátima Antunes, administradora da Filasa.

«Pelo menos que possa dar seguimento àquilo que estava a ser feito a nível do PRR e no apoio às empresas. Porque, de facto, as empresas acabam por continuar a necessitar muito da ajuda para ultrapassar algumas dificuldades, como a diminuição da produção. Espero que este Governo possa olhar também para a parte das empresas e dar continuidade àquilo que estava a ser feito. Pelo menos que façam melhor do que aquilo que está a ser feito. É o que esperamos sempre».