Também no terceiro trimestre deste ano a Puma conseguiu reafirmar o crescimento do seu volume de negócios e ganhos. Nos nove primeiros meses deste ano a marca de artigos desportivos consolidou o seu volume de negócios registando uma subida de 13,6 por cento, atingindo 1,43 mil milhões de euros. Este crescimento relativamente elevado ficou a dever-se aos acessórios (+24 por cento), tendo os ganhos com o calçado subido 14 por cento, situando-se em 954 milhões de euros. O volume de negócios relativo aos têxteis registou um aumento de 10 por cento, ficando em 373 milhões de euros. O volume de negócios da marca a nível mundial, incluindo licenças, subiu nos primeiros três trimestres 16,4 por cento, atingindo quase 1,9 mil milhões de euros.
Em termos regionais o crescimento foi mais acentuado na América, onde se verificou um aumento do volume de negócios de 49 por cento, equivalente a 340 milhões de euros. O volume de encomendas para o mercado americano até ao final de Setembro totalizou 205 milhões de euros, o que equivale a uma subida de 78 por cento, de acordo com a própria Puma. No entanto, a Europa continua a ser o maior mercado sendo responsável por dois terços do total do volume de negócios. Neste continente a Puma registou um aumento do volume de negócios de 5,5 por cento, totalizando 944 milhões de euros. Contudo, no que diz respeito a encomendas para a Europa houve um decréscimo de 4,1 por cento, comparativamente ao último ano, ficando em 510 milhões de euros. O Ebit aumentou nos primeiros três trimestres 10,3 por cento, alcançando 343 milhões de euros, os ganhos do grupo cresceram 12,5 por cento, atingindo 242 milhões de euros e os ganhos líquidos situaram-se em 16,9 por cento. Com base nos desenvolvimentos positivos a administração da Puma elevou mais uma vez os prognósticos para todo o ano de 2005, esperando um crescimento do volume de negócios superior a 10 por cento e uma subida dos ganhos entre 5 a 10 por cento.









