Ao cumprir todos os objectivos fixados pela Comissão Europeia ao nível da designada regra N+2 e reserva de eficiência, o Ministro da Economia, Carlos Tavares, evita o designado efeito de guilhotina e consegue mais dinheiro para Portugal. Ao nível da reserva de eficiência, o PRIME (Programa de Incentivos à Modernização da Economia) teria que assegurar uma execução em termos nominais de 981,9 milhões de euros, valor que foi ultrapassado a 5 de Dezembro, cifrando-se nos 993,2 milhões de euros. De referir ainda que desde a saída de Alves Monteiro do cargo de gestor do programa, o Governo ainda não encontrou um sucessor, tendo visto recusada a sua proposta por parte de Pedro Vicente, administrador do IAPMEI, Manuel Carlos, director geral da APICCAPS (Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado, Componentes, Artigos de Pele e Seus Sucedâneos) e Couto dos Santos, actual responsável na AEP. O Ministério da Economia garante, no entanto, que até ao final do ano será nomeado um sucessor.










