Empresa revelação da Heimtextil 2006, a Home Flavours regressou no início do ano ao mais importante palco mundial dos têxteis-lar para arrecadar uma segunda participação vitoriosa. O feito não deixa de ser heróico para uma marca com apenas três anos, reforçado ainda quando se considera a adversa conjuntura actual. «Trata-se de uma marca com um nível de qualidade superior, para atingir um público-alvo com maior poder de compra», afirma António Teixeira, director-geral da Home Flavours, detida pela Newfield. O segredo do rápido sucesso da Home Flavours reside sobretudo na partilha de ideias com o cliente, o que lhe permite uma mais fácil adaptação ao mercado. «Investimos muito numa relação directa com cada cliente e num follow up muito próximo», sublinha o director comercial Carlos Carvalho. «Trabalhar as relações profissionais é uma das razões do nosso sucesso. A confiança que transmitimos pela nossa postura no mercado acaba por nos conferir o direito de participar activamente em todo o ciclo de desenvolvimento do produto dos nossos clientes, desde a sua ideia original até à colocação nas prateleiras das lojas». Com um efectivo de 33 pessoas, a Newfield-Home Flavours cresceu 52% em 2006, atingindo um volume de negócios de 18,2 milhões de euros. Os seus mais importantes mercados são a Inglaterra, Irlanda, França, Espanha, Holanda e Alemanha. A participação na Heimtextil 2006 permitiu-lhe penetrar em mercados como a Finlândia e a Dinamarca. Nesta última edição, que teve lugar como é habitual no primeiro mês do ano, a marca continuou a sua diversificação de mercados no espaço Europeu, nomeadamente para os Países de Leste. «A nossa estratégia tem como principal enfoque a diversificação de mercados e de clientes», sustenta o director comercial da Home Flavours. «Os EUA é todavia um mercado que não nos interessa porque é um mercado infiel, onde as empresa trocam de fornecedores por 2 cêntimos de dólar».Agora, o tempo é de consolidação da sua posição no mercado europeu, por isso esta forte aposta na Heimtextil. «Como empresa vocacionada para a exportação, é fundamental marcar presença neste importante certame», declara Carlos Carvalho. «Este ano notámos um ligeiro decréscimo na afluência, mas que foi largamente compensado por um incremento da qualidade dos visitantes. O que explica o facto de logo no primeiro dia termos feito a nossa feira. Todos os contactos efectuados nos dias posteriores foram quase um bónus».










