O processo de despolimerização a baixa temperatura EosEco da Samsara Eco, atualmente a aguardar patente, usa uma combinação de biofísica, química, biologia e ciências da computação, incluindo inteligência artificial, para criar enzimas que degradam plástico, explica a empresa australiana. As matérias-primas resultantes podem depois ser integradas nos atuais processos produtivos para fazer novos artigos.
Com a Lululemon foi desenvolvido o casaco Packable Anorak, que é feito a partir de diferentes tipos de resíduos, incluindo plásticos diversos, vestuário da Lululemon em fim de vida e fibras produzidas a partir da conversão de emissões de dióxido de carbono.

O processo de reciclagem da Samsara Eco pode ser alimentado com diversas misturas têxteis, incluindo poliéster/algodão e poliamida/elastano, assim como diferentes tipos de resíduos, incluindo alcatifas, fechos zip e airbags.

«A nossa visão é escalar estas tecnologias para responder ao problema dos resíduos têxteis ao longo de toda a nossa cadeia de aprovisionamento. Este produto-cápsula é o primeiro passo nesta jornada, ajudando-nos a testar e a aprender à medida que continuamos a avançar na circularidade, gerando possibilidades entusiasmantes para todas as indústrias que estão a tentar mudar para modelos mais circulares», aponta Yogendra Dandapure, vice-presidente de inovação em matérias-primas da Lululemon.



![Samsara_10abril2024[©Lululemon]](https://portugaltextil.com/wp-content/uploads/2024/04/Samsara_10abril2024©Lululemon-696x464.jpeg)






