Labrador entra no El Corte Inglés

Com um crescimento notável no último exercício, a Labrador prossegue o plano de expansão, desta feita instalando-se no El Corte Inglés de Lisboa. Trata-se do segundo ponto de venda da marca de vestuário masculino na capital, dando assim continuidade à aposta na estratégia de proximidade aos clientes.

[©Labrador]

O novo espaço da marca Labrador, um corner, situa-se no piso 2 dos grandes armazéns espanhóis na capital, precisamente na secção de moda para homem. Este é o quarto estabelecimento comercial da insígnia em Portugal, que conta já com lojas nas cidades de Cascais e do Porto.

[©Labrador]
O pronto de venda oferece igualmente os tradicionais serviços de alfaiataria, além de uma oferta alargada de vestuário masculino.

«A parceria com o El Corte Inglés faz todo o sentido para uma marca como a Labrador, sendo que a conotação premium está também na alma do El Corte Inglés, bem como na alma da nossa marca e na criação de todas as nossas peças», afirma o CEO José Luís Pinto Basto. «Este novo corner pretende aproximar-nos ainda mais dos nossos clientes, dando-lhes a oportunidade de ter mais um serviço personalizado e de excelência na cidade de Lisboa», explica.

Este corner, cujo projeto foi conduzido pela arquiteta Margarida Moura do Studio Astolfi, conta com uma instalação artística de Joana Astolfi, que renova assim a parceria com a marca de moda para homem.

[©Labrador]
«Alinhado com a imagem da flagship Labrador nas Amoreiras, este é um casamento perfeito em que o sentir-se em casa dá o mote para a criação de espaços intimistas muito procurado e privilegiado por parte dos clientes Labrador», destaca a marca.

Nascida há 30 anos, a Labrador rapidamente cresceu nos armários de milhares de homens portugueses que privilegiavam «vestuário elegante, clássico e intemporal», aponta. Em 2016, a marca renasceu pelas mãos de um antigo cliente e um grupo deslocado do seu core business, que decidiram dar uma segunda vida à Labrador.

No ano passado, a Labrador registou um aumento de 45% comparativamente a 2020. «O crescimento é significativo mesmo quando comparado com 2019 (+20%) – ano sem os impactos da pandemia de covid-19», salienta.