Jill Sander no vermelho

A Jill Sander irá permanecer no vermelho durante este ano. O grupo de Hamburgo anunciou que não prevê resultados positivos antes de 2003. No ano passado, os seus resultados líquidos desceram para 10,7 milhões de euros. As suas vendas consolidadas progrediram no entanto 3% atingindo os 138,9 milhões de euros. O défice da sociedade Jill Sander AG elevou-se a 1,8 milhões de euros. Um ano antes tinha atingido resultados líquidos de 4,3 milhões de euros. O dinheiro recentemente injectado no fim do ano passado pela Prada, o seu accionista maioritário, não foi suficiente para ajudar a marca alemã, que sofreu, segundo os seus directores, com a diminuição da procura e com as fortes despesas. Os seus custos de produção, de logística e de marketing subiram particularmente. Mas, sobretudo, o resgate da sua rede de distribuição no Japão, que inclui as outras oito lojas, e a sua política de abertura de lojas tiveram um forte peso nas suas contas. Em 2001, a marca inaugurou dois novos pontos de venda, em Taipeh e Dusseldorf. Este ano, ela abriu já uma loja em Londres e este Verão uma outra deverá ser aberta em Nova Iorque, estando já programada uma outra para Los Angeles em 2003. No total, em 2002/2003 o grupo deverá investir 30 milhões de euros nas suas lojas.