Após quase uma década de declínio na procura, o mercado europeu doscollants parece estar a recuperar.
Com efeito, e de acordo com um recente artigo doJournal du Textile, os fabricantes e retalhistas decollants têm razões para sorrir, encarando o futuro com optimismo.Como exemplos desta recuperação, são apontados diversos casos, em diferentes países da Europa.Em França, a filial local da multinacionalDim registou, em 2003, um volume de negócios de 339 milhões de euros, sendo que 89 milhões de euros foram em meias ecollants. A fábrica de Autun, onde trabalham 3.000 pessoas, produziu no ano passado 115 milhões de artigos.Outro dos gigantes da indústria europeia decollants é o grupo italianoGilfin, detentor da marcaFilodoro, que e possui um volume de negócios de 500 milhões de euros, tendo fabricado, em 2003, 300 milhões de pares de meias ecollants, nas suas sete fábricas, que empregam um total de 4.000 trabalhadores.Também em Itália, o artigo em questão destaca a posição daCsp International, que registou um volume de negócios na ordem dos 159,6 milhões de euros (mais de metade destinados à exportação), em 2002, e emprega 1.300 pessoas, repartidas por seis fábricas.Esta empresa adquiriu, no final de 1999, o fabricante francêsLe Bourget, que representava 47,6 milhões de euros em volume de negócios e uma força de trabalho de 384 pessoas, tendo estabelecido igualmente uma parceria com um fabricante decollants da Polónia, país para onde deslocou parte da sua produção.AErgee é outra das empresas a ter em conta neste segmento, repartindo a sua produção pelas unidades da República Checa (650 trabalhadores) e da Áustria (237 pessoas), estratégia que lhe permitirá aumentar em 12% a sua carteira de encomendas no ano em curso.Finalmente, aWolford é outro dos fabricantes decollants referido nesta análise ao sector, visto tratar-se de uma empresa em plena recuperação, depois dos difíceis exercícios de 2000-2002, e que actualmente conta com um volume de negócios de 128,8 milhões de euros, dos quais 47% emcollants, e um total de 1.570 trabalhadores.










