Homens ultrapassam mulheres

Segundo a empresa de pesquisa de mercado NPD Group, o total das vendas de vestuário nos EUA atingiu 181 mil milhões de dólares em 2005, ajudado pelo aumento de 5 por cento das vendas de vestuário de homem, que no total alcançaram quase 53 mil milhões de dólares no ano de 2005. Marshal Cohen, analista do grupo NPD, afirmou, «o crescimento das vendas de vestuário de homem teve origem nas fontes mais inesperadas, tais como os fatos». Os fatos, no seu todo ou partes individuais que o constituem, e casacos desportivos foram os líderes das vendas registando um aumento de 7 por cento, ultrapassando os 5 mil milhões de dólares. As vendas de fatos, no seu conjunto ou não, e casacos desportivos para jovens aumentaram 53 por cento entre a faixa etária dos 18 e 24 anos de idade. Outra categoria vencedora – as partes superiores para homem – arrecadaram 38 por cento do mercado de vestuário masculino com uma subida das vendas de 6 por cento. As camisas formais e pólos deram um grande impulso a esta categoria que se traduziu numa subida de 10 e 14 por cento, respectivamente. As vendas no vestuário de senhora também registaram um crescimento alcançando 101 mil milhões de dólares, o que equivale a uma subida de 3 por cento em comparação a 2004. As vendas de vestuário para criança cresceram 2 por cento, situando-se nos 27 mil milhões de dólares. As mulheres gastaram 2,6 mil milhões de dólares em chapéus e lenços gerando um aumento de 11 por cento nesta categoria. As vendas de vestuário para dormir totalizaram quase 4 mil milhões de dólares em 2005, o que corresponde a um aumento de 10 por cento relativamente a 2004. O ano foi igualmente positivo para o vestuário íntimo, uma vez que a indústria estimada em 9,6 mil milhões de dólares teve uma expansão de quase 4 por cento em 2005. O sector dos jeans para senhora foi alvo de grandes investimentos. No ano de 2005 este segmento foi avaliado em 7,6 mil milhões de dólares, representando uma subida das vendas de quase 10 por cento. Cohen afirmou que«o último ano deu uma indicação precisa das intenções do consumidor para 2006. O consumidor actual gosta de esporadicamente “esbanjar” em produtos do segmento superior, mas a sua procura pelo melhor preço continua».