Promovido, nesta edição, em parceria com a Global Fashion Agenda – depois de em 2025 ter sido lançado pela Visa num formato mais restrito e focado no Reino Unido –, o programa tem as candidaturas abertas até amanhã, dia 7 de março, e pretende acelerar a transição para um sistema de moda mais sustentável. Destina-se a designers que desenvolvam as suas criações em torno do «upcycling de moda, têxteis, acessórios, calçado ou vestuário», com atividade empresarial há pelo menos um ano, sediados na Europa e cujas práticas comerciais estejam alinhadas com modelos circulares como revenda, reparação ou aluguer.
Dos 15 vencedores, a anunciar a 9 de abril deste ano, dez receberão uma parte de um fundo total de 50 mil euros para investir nos seus negócios e outros quatro vencedores receberão 10 mil euros cada, além de um convite para participar na Global Fashion Summit, em Copenhaga, parcerias com fornecedores de soluções para cocriar produtos e sessões de mentoria especializada. Entre os finalistas, será ainda escolhido um vencedor do grande prémio, que receberá 20 mil euros, bem como acesso às mesmas oportunidades de mentoria e colaboração, além da apresentação do seu trabalho na Global Fashion Summit, que decorre de 5 a 7 de maio.
As candidaturas serão avaliadas por um júri composto por especialistas da indústria, incluindo Laura Ingham, diretora adjunta da Global Fashion Network da Vogue, Kirsty Keoghan, diretora-geral da European Fashion do eBay, Shailja Dubé, diretora adjunta do Institute of Positive Fashion do British Fashion Council, Philip Konopik, diretor-geral do grupo para os países nórdicos e bálticos da Visa Europe e a autora Gemma Styles, que é também embaixadora do programa.
«Através do Recycle the Runway, temos orgulho em apoiar a próxima geração de criadores que estão a reimaginar a forma como a moda é desenhada, produzida e vivida. Esta iniciativa ajuda a transformar ideias circulares em negócios viáveis que podem moldar um futuro mais regenerativo para a moda. Ao conectar talentos criativos com financiamento, mentoria e plataformas da indústria, a GFA continua a acelerar a transição para um sistema de moda mais circular», afirma Federica Marchionni, diretora executiva da Global Fashion Agenda.
Philip Konopik sublinha o papel da empresa no apoio à economia criativa. «Na Visa, ajudamos criadores e pequenas empresas a prosperar num mundo circular e digital, combinando soluções seguras e integradas de pagamentos e comércio com educação, recursos e orientação para transformar ideias ousadas em negócios escaláveis, a fim de ajudar a impulsionar o crescimento económico sustentável», declara.
As candidaturas são realizadas através de um formulário e o vencedor do grande prémio será revelado a 6 de maio, durante a Global Fashion Summit.




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