GFA revela novas prioridades para a ITV

A organização lançou hoje uma edição especial da Fashion CEO Agenda, onde aponta aquelas que devem ser as principais preocupações dos líderes da indústria da moda para alcançarem a positividade carbónica até 2050.

Lançada na Global Fashion Summit, em Copenhaga, que começou hoje, 21 de maio, e decorre até 23 de maio, a nova edição apresenta cinco oportunidades para a indústria desbloquear o que a Global Fashion Agenda (GFA) apelida de impactos transformadores.

Para isso, refere, é necessária uma compreensão abrangente das interdependências e soluções sistémicas abrangentes.

A GFA afirma que, desde o início da cimeira em 2009, a sustentabilidade evoluiu de uma preocupação periférica para um foco central no panorama empresarial da moda, provocando avanços significativos em toda a indústria. No entanto, a alarmante escalada do aquecimento global e o aumento exponencial da produção de vestuário exigem uma ação urgente e coletiva por parte dos líderes da indústria da moda.

O objetivo desta edição da agenda, que celebra também o 15.º aniversário da primeira Global Fashion Summit, é capacitar os líderes da moda e da indústria a abraçar cinco oportunidades essenciais: operacionalização da sustentabilidade; redefinição de crescimento; ativação dos consumidores; priorizar as pessoas; e mobilizar com base na materialidade.

Pensada para marcas, retalhistas e produtores de moda, esta edição, sublinha a GFA, difere das anteriores por se focar na amplificação de esforços e será um ponto de inflexão para a indústria criar resultados positivos tanto para a sociedade como para o meio ambiente. «Ao lutar pelos direitos dos trabalhadores, advogar a diversidade e a inclusividade, redefinir as métricas de sucesso e mudar os paradigmas de crescimento, é possível uma profunda transformação», sustenta a organização.

«A Fashion CEO Agenda 2024 pretende ajudar os líderes a mudarem a sua mentalidade, dando desbloqueadores claros para abraçar os desafios para preparar os seus negócios e operações para o futuro. Encorajo urgentemente os líderes a trabalharem de perto com equipas trans-funcionais, a usarem a empatia e uma abordagem baseada em valores que dê prioridade ao planeta e ao bem-estar das pessoas. Ao fazer isso, asseguramos a fundação dos nossos negócios e conseguimos não só retorno financeiro, mas também um impacto positivo no mundo à nossa volta», acredita Federica Marchionni, CEO da GFA.

O documento é um recurso aberto e está disponível para ser descarregado.