Engenharia da Universidade do Minho mostra inovações

Cerca de 25 start-ups e interfaces juntam-se amanhã, 27 de setembro, em Guimarães para mostrar as soluções que desenvolveram em áreas como a saúde, embalagens, inteligência artificial e reciclagem.

[©Universidade do Minho]

A partir das 10h de amanhã, e até às 18h, a nave central do campus de Azurém irá encher-se do que mais inovador se está a fazer no âmbito da instituição de ensino superior. A iniciativa é da Escola de Engenharia da Universidade do Minho e enquadra-se nas atividades do Cinquentenário da Universidade do Minho.

“Engenharia ao serviço da Sociedade”, como foi batizada, irá mostrar o trabalho desenvolvido por cerca de 25 spin-offs e interfaces da Universidade do Minho – entre as quais a Fibrenamics e a To Be Green –, que incluem um novo tratamento para a artrite reumatoide, embalagens biodegradáveis, células robóticas de fabrico aditivo, um detetor portátil do tipo de sangue, a produção de alimentos saudáveis com inteligência artificial e viseiras, trotinetes e rifles com subprodutos reciclados.

Na mostra estarão igualmente presentes as aceleradoras de empreendedorismo Startup Braga e Set.Up Guimarães e a Ordem dos Engenheiros – Região Norte. «Ao longo do espaço, vai conhecer-se melhor as áreas de negócio, os serviços, os produtos e as oportunidades de colaboração daquelas entidades», indica um comunicado da instituição.

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Para além desta mostra, há ainda um programa paralelo com uma palestra, agendada para as 10h30, dedicada ao “conhecimento e inovação como alavancas do crescimento económico”, que será proferida por Pedro Siza Vieira, ex-Ministro da Economia e da Transição Digital, e uma intervenção, marcada para as 15h, de Marco Sousa, coordenador do Gabinete de Apoio à Propriedade Industrial da TecMinho, sobre “Valorizar o conhecimento – Proteger o futuro”. A sessão de encerramento está a cargo do presidente da Escola de Engenharia da Universidade do Minho, Pedro Arezes.

«O evento visa mostrar o impacto socioeconómico do ecossistema da Escola de Engenharia da Universidade do Minho, que se afirma desde a origem pela transferência de conhecimento e tecnologia para a sociedade e para o tecido empresarial e industrial. A iniciativa – que é cofinanciada pelos programas POCH e Portugal 2020 – surge também como agradecimento aos antigos e atuais membros da Escola envolvidos nestas atividades. Curiosamente, na Escola de Engenharia da Universidade do Minho nasceram 75% das spins-offs e cinco das 12 interfaces da Universidade do Minho», destaca o comunicado.