Estabelecida em 1956 por W. Y. Chao, a Da Kong Enterprise cresceu para se tornar uma das mais reconhecidas marcas de máquinas de tricotagem de peúgas. Ao longo dos últimos anos, a indústria de tricotagem de peúgas deslocou-se rapidamente para Oriente, mas para além de servir a enorme indústria de tricotagem que se encontra próxima da sua região de origem, a empresa sedeada em Taiwan planeia expandir-se ao nível internacional. O director-geral da Da Kong, Charles Chao, refere que «Este ano é o nosso 50.º aniversário e possuímos um plano muito simples, o qual é gerir o negócio durante mais 50 anos. Estamos a planear aumentar a nossa produção para as 400 máquinas por mês e abrir novos mercados ao nível internacional». Mas Chao ainda acredita que dentro de 5 anos a indústria internacional de peúgas vai continuar a concentrar-se na proximidade da China, mas refere que o consumo local vai ocupar uma quantidade significativa da capacidade de tricotagem instalada na região. O responsável salienta a potencial procura que existe na China e a proximidade dos Jogos Olímpicos de 2008 e dos Jogos Asiáticos de 2010, os quais deverão beneficiar a economia chinesa e a capacidade interna de consumo. Para além da China, Chao antevê potencial crescimento da Da Kong noutros países, como: Paquistão, Índia, Turquia, México e Rússia, sendo através destes mercados que a empresa planeia crescer de Ocidente a Oriente. Actualmente a Da Kong emprega 200 trabalhadores e exporta maquinaria de tricotagem de peúgas para clientes em mais de 40 países em todo o mundo. A empresa especializou-se na produção de máquinas computorizadas sem tambor para a tricotagem de peúgas, a mais recente das quais é a DK-B318, que rapidamente se tornou um sucesso de vendas para a Da Kong. A gama de máquinas de peúgas DK-B318 de um único cilindro é apresentada em 4 versões podendo tricotar até 6 cores por fileira para além das 16 cores possíveis no fio de base. Existe uma versão da máquina para felpo e gama de agulhas vai desde os 84N até 220N, com a versão de felpo de tricotagem de peúgas variando entre os 84N e os 168N. As peúgas lisas são fabricadas nos modelos DK-B318-8 (1+6 cores) e DK-318-6 (1+4 cores) a velocidades entre os 280 e as 400 rpm dependendo do design e do número de cores. As máquinas para o fabrico de peúgas em felpo/lisas são a DK-B318-8T (1+6 cores) e a DK-B318-6T (1+4 cores), estas máquinas podem funcionar a velocidades entre as 220 e as 320 rpm no fabrico de peúgas em felpo e entre as 280 e as 350 rpm nas peúgas lisas. Desde 2003 que a Da Kong vendeu na região cerca de 2000 equipamentos de tricotagem por ano. O principal mercado da empresa é a China, apesar das vendas estarem espalhadas por toda a região da Ásia e também por países como a Turquia, os EUA e a África do Sul. Todas as máquinas da Da Kong são fabricadas em Taiwan, apesar de alguns componentes serem adquiridos nos EUA, Itália e Japão. Chao refere que não possui fornecedores da China, reconhecendo que a sua empresa foi lesada pelas cópias feitas na China, à semelhança do que acontece com os produtores europeus de máquinas de tricotagem. A Da Kong está também a investigar a possibilidade de incluir um sistema automático para o fechamento na ponta da peúga. Chao refere que «Desde que o fechamento na ponta da peúga foi introduzido pela primeira vez no mercado, temos estado atentos ao nível da adopção desta tecnologia no mercado». Mas Chao acrescenta que «no mercado asiático, os produtores de peúgas não aparentam estar muito interessados nesta tecnologia. Mesmo os nossos outros mercados estão a aguardar para ver se a tecnologia é aceite. Se encontrar-mos uma solução para reduzir o preço do sistema de fecho na ponta da peúga, então tal poderá interessar o mercado». Perspectivando em termos futuros, Chao refere que a Da Kong nunca esteve muita activa nos mercados Ocidentais, no entanto refere que «estamos prestes a mudar essa estratégia». «Planeamos aumentar a força de vendas em regiões exteriores à Ásia, através do estabelecimento de centros regionais como já fizemos na Turquia e construindo uma rede internacional de agências», acrescenta o director-geral da Da Kong.









