Em toda a Europa as diferenças de inventário têm vindo a diminuir já há alguns anos. Um estudo recente do Centre of Retail Research e da Chekpoint Systems Europe, uma empresa de soluções de segurança para a indústria do retalho, revelou que as diferenças de inventário entre Junho de 2004 e Julho de 2005 voltaram a diminuir. Essa diminuição traduz-se numa descida de 1,34 para 1,25 por cento do volume de negócios total das 440 empresas inquiridas, de 25 países diferentes. Os custos totais de furtos, constituídos pelas perdas com furtos e pelos custos de mecanismos anti-roubo, perfazem 32 mil milhões de euros. No caso especifico dos têxteis e vestuário a fatia dos furtos é mais elevada do que a média (1,64 por cento).
O retalho procura diminuir os furtos recorrendo a medidas de protecção como a vigilância através de câmaras e dispositivos de segurança nos artigos. Os números mostram que os esforços são recompensados. O estudo indica que o interesse dos comerciantes na segurança dos artigos, com início nos produtores, é cada vez maior. Werner Seeger, director geral da EAS Alemanha, afirma, «os comerciantes não têm grande influência na indústria para implementar os mecanismos de segurança já na fonte». Os comerciantes verticais estão predestinados à implementação destes mecanismos. As etiquetas flexíveis, as quais podem ser inseridas nas etiquetas das marcas ou integrados directamente nos artigos, são particularmente indicadas para proteger os artigos na fonte. A Tchibo aderiu a esta solução na sua linha de roupa interior Richard.









