Camisola portuguesa no top ten do Mundial 2006

O Campeonato Mundial de Futebol 2006 teve início pelas seis da tarde de 9 de Junho com o confronto entre a Alemanha e a Costa Rica. Os preparativos começaram muito antes, também no que diz respeito ao retalho têxtil. Tudo girava e gira em torno do tema futebol, independentemente de se tratar ou não de uma loja de desporto. Todos querem participara e se possível lucrar com este evento. No comércio de artigos desportivo o campeonato mundial de futebol é desdesempre um tema forte em termos de volume de negócios. No caso da Intersport o volume de negócios de artigos relacionados com o futebol, comparativamente ao ano anterior, aumentou entre 30 a 40 por cento, segundo Klaus Jost, membro da administração. O futebol é responsável por 10 por cento do volume de negócios total. Entre os bestselller estão as camisolas das selecções. O mesmo acontece nas cerca de 300 lojas oficiais da Fifa na Karstadt: «a venda de camisolas tem sido muito positiva e com a proximidade do mundial esses resultados revelaram-se ainda mais positivos». Os comerciantes de artigos desportivos estão menos satisfeitos com a venda de pequenos artigos como barretes/chapéus, bandeiras e cachecóis. Tudo apontava para um grande patriotismo na compra de camisolas, ocupando a camisola da selecção alemã, na versão com fundo branco, o primeiro lugar do top, seguida da variante com fundo vermelho. As selecções mais “vendidas” são a alemã e a brasileira. Este é o resultado de um top ten elaborado pela Karstadt. Os lugares seguintes são ocupados pela Argentina, Itália, Portugal, Espanha e Croácia. A nona e décima posição são ocupadas pela Holanda e Inglaterra. Também com muito sucesso, embora em quantidades menos significativas, estão as cores das bandeiras de países mais exóticos como Costa do Marfim, Gana ou Paraguai. As camisolas da selecção suiça foram poucas para a procura. Segundo Klaus Jost, «é pena que a Turquia não se tenha qualificado. As suas t-shirts teriam sido muito vendidas».