A C&A dá continuidade ao programa de renovações iniciado em 2001, ao ritmo constante de uma dúzia de pontos de venda modernizados a cada ano, anuncia o francês Journal du Textile. Até 2003, 40 das 51 lojas francesas beneficiarão de um rejuvenescimento, afirma Patrice Darrieus, director de marketing da empresa. Os trabalhos estão actualmente em curso nas lojas de Evry, Grenoble, Paris e Marseille. A loja de Rennes depois de terminada terá 2.300m2 divididos em dois níveis, com a iluminação a ser densificada em 30% e uniformizada «de uma ponta à outra de cada plataforma, sem nenhuma zona à sombra», descreve o director Luc Hamon. Novas suspensões em vidro, néons suplementares, tubos mais potentes, faces de pilares iluminados, faixas luminosas, etc… vão também ser implantados. Os solos foram também renovados. Foi colocado um linóleo creme e o ladrilhamento em calcário do rés-do-chão foi clareado. Para delimitar as áreas, foram colocadas pequenas pastilhas coladas à terra em cada 50 centímetros substituindo os traços negros em linha recta. O exterior do ponto de venda foi igualmente renovado. Numa primeira etapa, uma baía envidraçada panorâmica que oferece de hoje em diante uma vista imergente sobre a superfície e, o rés-do-chão que dá para a rua, têm duas vitrines dotadas de um fundo, uma dedicada ao homem e outra à mulher. Todos os outros vidros são opacos, «a fim de evitar que a luz natural venha alterar a luminosidade interior». A ideia é também tornar a compra mais agradável. Os novos móveis e a apresentação sistemática do produto, permitem ao cliente um primeiro e rápido contacto com o cliente. Por outro lado, também um serviço de clientes foi imaginado e um salão com cadeiras e distribuidor de bebidas. O vestuário de fundo de colecção permanece ordenado por família de produtos e a superfície está animada pelos corners dedicados às marcas próprias, assinalados por uma sinalética específica (maternidade, tamanhos grandes e lingerie) e os pequenos são postos em mesas baixas, com bustos e acessórios. O investimento elevou-se a 411.612 euros e ponto de venda renasceu, fixando-se desde já no décimo terceiro volume de negócios da cadeia, que se espera, aumente entre 6 e 7% em 2002, graças à renovação. Depois de uma situação difícil (15,2 milhões de euros de perdas em 1999), o grupo de distribuição restabeleceu-se com o crescimento em França: o seu volume de negócios aumentou 10% em 2001, estabelecendo-se em 457,3 milhões de euros. Esta vitalidade reencontrada, que se deve tanto ao rejuvenescimento da rede como à centralização no seu core business, a família, que se irá manifestar em Abril aquando da inauguração de uma nova loja de 1.500 m2 em Villiers-en-Bière, em Seine-et-Marne.










