A marca Louis Vuitton é a primeira marca de moda mundial a figurar na lista de 2005 das 100 Maiores Marcas do mundo, que a Interbrand realiza todos os anos, em parceria com a J.P Morgan, o Citigroup e a Morgan Stanley, publicada numa edição da BusinessWeek de Setembro. Avaliada em 16 mil milhões de dólares, a marca francesa que agora apresenta uma campanha da nova colecção protagonizado por Uma Thurman, figura em 18º lugar do ranking total, seguida da americana Nike, avaliada em mais de 10 mil milhões (mais 9% do que em 2004), que aparece em 30º, seguida pela sua conterrânea Gap, a valer mais de 8 mil milhões, (mais 4% do que no ano passado), e a assumir a 40ª posição. Surge depois a sueca Ikea, avaliada em 7,8 mil milhões (mais 9% que em 2004), em 42ª lugar. Mais para baixo na tabela, na 65ª posição, encontra-se a marca francesa Chanel, a valer 4,8 milhões de dólares (mais 8% do que em 2004), e a 71ª posição é assumida pela alemã Adidas (provavelmente ainda sem o efeito da compra da Reebock).
Em 77º estreia-se este ano (logo a seguir à Porsche) a marca Zara, do grupo espanhol Inditex, avaliada em 3,7 mil milhões de dólares. O mais curioso é que a revista BusinessWeek, fazendo justiça à fama de acutilância da imprensa britânica, faz uma legenda de apresentação resumida de cada marca, descrevendo explicitamente a galega como «a vanguardista espanhola do retalho de vestuário chip-chic que produz em massa cópias dos desfiles de moda quase do dia para a noite».
A francesa Hermès é a marca de moda que se segue (agora desenhada por Jean Paul Gaultier), na 82ª posição e a valer 3,5 mil milhões. Na lista ainda podemos encontrar nas 93ª, 95ª e na 96ª posições as italianas Prada (2,8 mil milhões, mais 7%), e a Armani (2,7 mil milhões, mais 2%), e a americana Levi´s (avaliada em 2,65 mil milhões), respectivamente.
A lista de 2005 ainda é liderada pela Coca-Cola, a valer 67,5 mil milhões de dólares, seguida pela Microsoft e pela IBM. Os grandes vencedores deste ano são a Ebay (com mais 21%), a HSBC (mais 20%) e a Samsung (mais 19%), e entre os derrotados destacam-se a Sony (com menos 16%), e a emblemática percursora das calças de ganga Levi´s, com menos 11% do que em 2004.









