- Prada adere às compras na hora
- Smartphones impulsionam online
- Amazon na moda
- Malásia surpreende analistas
- Americanos com confiança abalada
- Casas mais trendy
1. Prada adere às compras na hora
A Prada juntou-se ao modelo de retalho “veja agora, compre agora” com a oferta de duas novas carteiras em lojas selecionadas. Miuccia Prada, vista como líder pelas fashionistas, misturou estampados com tecidos luxuosos para criar coordenados glamourosos e coloridos para a sua coleção. A designer, de 66 anos, colocou pelo nas mangas, bordados em vestidos de veludo e jogou com uma grande variedade de estampados – catos, flores e frutos – em tops, saias e vestidos. Os brocados também estiveram em destaque na coleção – nomeadamente em dourado em casacos e saias. Os casacos escuros, reminiscentes de um estilo militar elegante foram conjugados com chapéus brancos de estilo náutico e collants grossos. Os vestidos e casacos apresentaram ombros destacados, um aceno às silhuetas dos anos 40. A marca, conhecida pelos seus artigos de luxo em pele, com carteiras que custam até 6.000 euros, apresentou no desfile as mais recentes adições à sua gama de acessórios: as novas carteiras Pionnière e Cahier. As carteiras pequenas com alça estão à venda por 1.750 e 2.400 euros, respetivamente, com a Pionnière a ser inspirada por uniformes e a caça, enquanto a mais cara Cahier é reminiscente dos antigos cadernos. Estas novas carteiras estão já à venda em lojas selecionadas da Prada em Milão, Londres, Paris e Nova Iorque.
2. Smartphones impulsionam online
As vendas a retalho online no Reino Unido mantiveram-se fortes em janeiro, de acordo com as mais recentes estatísticas do e-Retail Sales Index da IMRG Capgemini. Apesar de uma difícil época de Natal, as vendas de comércio eletrónico registaram um aumento de 15% no primeiro mês do ano, ultrapassando a subida de 7% registada um ano antes, quando observadores afirmaram que o efeito da Black Friday tinha continuado a prejudicar as vendas em janeiro. Desta vez as vendas a retalho aumentaram, apesar da queda de 2% nas vendas de álcool. Já as vendas de vestuário prosperaram, com um crescimento de 15%. Igualmente significativo foi a forma como compraram, com as vendas através de smartphones a subirem 96%, depois de terem crescido apenas 26% um ano antes. As vendas através de tablets também aumentaram (13%). «O crescimento sustentado das vendas através de smartphones em janeiro demonstra o progresso que os retalhistas fizeram no desenvolvimento da experiência do consumidor nas suas plataformas móveis», indicou Richard Tremellen, especialista de dados e retalho na Capgemini.
3. Amazon na moda
A gigante de comércio eletrónico Amazon está a acelerar os esforços para lançar a sua própria marca de moda. Segundo várias notícias, a retalhista online entrou em conversações para contratar a ex-responsável da Marks & Spencer, Frances Russell, e fazer novos recrutamentos. Russell, que abandonou o cargo de diretora de vestuário de senhora na M&S no ano passado, está preparada para assumir um papel sénior na sua divisão de moda. A empresa está ainda a contratar, com novos anúncios online. «Quando pensa em comprar nova roupa, calçado, relógios e joalharia, pensa na Amazon? Ainda não? Bem, estamos a mudar isso», indica um anúncio de emprego para um engenheiro sénior de desenvolvimento de software em moda/tecnologia. «Fará parte de uma equipa de especialistas que vai trabalhar com designers, merchandisers e gestores de sourcing para assegurar que temos os melhores produtos no segmento», acrescenta. A Amazon tem entrado gradualmente na moda, tendo contratado a manequim Suki Waterhouse como rosto da sua primeira campanha publicitária de moda no verão passado. Também abriu um estúdio de fotografia em Shoreditch, em Londres, que veio juntar-se ao já existente em Brooklyn, Nova Iorque, para promover as marcas de moda vendidas em todos os websites europeus da Amazon.
4. Malásia surpreende analistas
O crescimento económico da Malásia abrandou menos do que o esperado, depois dos envios internacionais e da produção terem-se mantido. O PIB subiu 4,5% nos três meses até dezembro, em comparação com 2014, depois de ter subido 4,7% no trimestre anterior, indicou o governo. As estimativas médias de um inquérito da Bloomberg News apontavam para um aumento de 4,1%. A economia cresceu 5% em 2015. «A indústria e os serviços ainda estão bem», afirmou Rahul Bajoria, economista do Barclays Plc sediado em Singapura. «Não estão a crescer ao mesmo ritmo que em 2014, mas não estão a abrandar tão dramaticamente como se pensaria com todas as dificuldades que existem», acrescentou. No ano passado, o ringgit desvalorizou mais do que qualquer outra moeda face ao dólar americano, tornando os bens produzidos no país mais atrativos para os compradores internacionais. Este ano, a moeda da Malásia valorizou cerca de 3% em comparação com o dólar americano, em recuperação depois da queda de 19% em 2015.
5. Americanos com confiança abalada
Os consumidores americanos não estão satisfeitos e o otimismo evaporou-se, segundo os dados mais recentes, com a agitação no mercado e o abrandamento no crescimento do emprego a ofuscar os preços mais baixos do combustível. A confiança dos consumidores em fevereiro caiu para o nível mais baixo nos últimos sete meses, com o The Conference Board a indicar que o seu principal índice caiu 5,6 pontos, para 92,2. A leitura de 97,8 em janeiro tinha sido a mais alta dos últimos três meses. A leitura de fevereiro foi a mais baixa desde que a confiança ficou em 91 pontos em julho. A percentagem de pessoas que afirmou que as condições de negócio eram boas caiu para 26%, em comparação com 27,7%, enquanto as que consideram que as condições de negócio estão a deteriorar-se aumentou para 19,8%, em comparação com 18,8%. Os consumidores mostraram-se também menos otimistas em relação ao mercado laboral. Lynn Franco, diretor de indicadores económicos da The Conference Board, afirmou que a continuação da turbulência nos mercados financeiros pode estar a afetar a confiança. Mas afirmou que as perspetivas sobre as condições atuais, mesmo com o declínio em fevereiro, continuaram a níveis que sugerem que a economia vai continuar a crescer a um ritmo moderado nos próximos meses.
6. Casas mais trendy
Para as fashionistas que gostam de coordenar tudo, incluindo a casa, a Airbnb fez uma lista de arrendamentos que combinam com o seu estilo, seja ele boho-chic, tribal ou monocromático. Se o estilo é mais princesa boémia, como o proposto na coleção primavera-verão de Manish Arora, o site sugere uma caravana no sul de França, com cores como turquesa e fúcsia e padrões chiques que combinam com o conceito. Se for mais minimalista, do género do fato às riscas Alice & Olivia, há um arrendamento em Osaka que corresponde perfeitamente ao conceito do fato, com o mesmo tipo de decoração monocromático: paredes às riscas, linhas minimais e limpas. Já a especialista em hotéis boutique Mr & Mrs Smith tem algumas sugestões para a Semana de Moda de Paris, que incluem o Hotel des Dames du Pantheon, La Belle Juliette, L’Hotel e Hotel des Academies et Des Arts.







