Breves

  1. Gateway Portugal protege lojas Maxmat
  2. Congresso mundial de calçado no Porto
  3. Dressy Project ajuda nas compras
  4. VF Corp bate estimativas
  5. Fumar mata, mas está na moda
  6. Menswear prepara inverno

1. Gateway Portugal protege lojas Maxmat

A Gateway Portugal, empresa líder de mercado no fabrico, comercialização e instalação de soluções antifurto, equipou recentemente todas as lojas Maxmat do país. A Maxmat é uma empresa de bricolage, construção, banho e jardim que conta com uma rede de 31 lojas, 10.000 produtos, 100 conselhos de bricolage e 500 colaboradores, em Portugal Continental e nas ilhas. «Com o objetivo do aumento da exposição de materiais, para dar a conhecer e a vender aos seus consumidores, 31 lojas Maxmat instalaram recentemente seis das variadas soluções que a Gateway oferece, de forma a garantirem tanto a segurança dos seus produtos, como a ótima experiência que pretendem oferecer aos seus consumidores», explica a Gateway Portugal em comunicado. Deste modo, as lojas da Maxmat contam agora com os Zips 2.0 da Gateway, pequenas centrais de alarme independentes que garantem a segurança de diversas máquinas expostas, como por exemplo os berbequins. As lojas já dispõem de sistemas antifurto RF e, para complementar, a Gateway forneceu soluções específicas para cada tipo de artigo. As Spiders para os aparelhos de soldar, as Blister Tags para as fitas métricas, os Safers (caixas de segurança) para os disjuntores, as Tags (etiquetas rígidas) para as luvas e os Super Cable Tag para as tesouras de jardim e outros materiais disponíveis nas lojas.

2. Congresso mundial de calçado no Porto

“From fashion to factory: a new technological age” é o tema central do congresso mundial de calçado que decorre hoje e amanhã no Hotel Sheraton, no Porto. Mais de 500 profissionais da indústria de calçado, provenientes de 33 países, estão presentes neste grande debate sobre o futuro da “indústria mais sexy da Europa”, promovido pela Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado, Componentes, Artigos de Pele e seus Sucedâneos (Apiccaps), Centro Tecnológico do Calçado de Portugal (CTCP) e pela União Internacional dos Técnicos da Indústria de Calçado (UITIC). Desde segunda-feira, mais de três centenas de participantes estão a visitar as mais importantes empresas portuguesas de calçado. “Novos produtos e novos serviços ligados às necessidades dos consumidores”, “Desenvolvimento inteligente e produção”, “Sustentabilidade, transparência da cadeia de abastecimento e tendências regulatórias que afetam as fábricas” e “Fábricas centradas no homem e novas formas de gestão” serão alguns dos temas em discussão no 20º Congresso da União Internacional dos Técnicos da Indústria de Calçado. A abertura do congresso é da responsabilidade da Secretária de Estado da Indústria, Ana Teresa Lehmann, que afirma que «Portugal está numa posição privilegiada para acolher o debate sobre os desafios da indústria do calçado. É uma indústria inovadora e fortemente exportadora: mais de 95% da sua produção destina-se aos mercados externos e exportou mais de 80 milhões de pares de calçado em 2017. Sempre a acrescentar valor e a apostar na qualidade e design: um par de sapatos português tem hoje o segundo preço mais elevado a nível internacional». O congresso acontece numa altura em que a indústria portuguesa de calçado renova a sua ambição de se assumir como «líder mundial na relação com os clientes, através da sofisticação do produto, da resposta rápida e ao nível de serviço». Na tarde de dia 18 de maio, a APICCAPS promove ainda o Young Workers Day, com o objetivo de transmitir as oportunidades do sector, identificar expectativas e necessidades dos mais novos e promover a troca de experiências e boas práticas de recrutamento de jovens para a indústria do calçado. Mais informações em www.porto2018.uitic.org.

3. Dressy Project ajuda nas compras

A plataforma de serviços de moda Dressy Project está atualmente a promover o serviço “Como comprar melhor: guarda-roupa e compras”, uma consulta personalizada de duas horas que promete munir os consumidores de ferramentas que os ajudem a saber como comprar, onde investir e onde poupar. A Dressy Project faz uma análise da relação do consumidor com a roupa, do seu guarda-roupa e do peso que este dá à imagem, deixando dicas para melhor organizar as peças de vestuário e acessórios. «A moda está em constante mutação. Os criadores e as marcas esforçam-se por oferecer, cada vez mais, propostas que sigam e marquem as tendências. Assim, a variedade e a constante renovação dos produtos em loja influenciam os consumidores a quererem comprar as últimas novidades. Nesta correria, acabamos muitas vezes por comprar peças que usamos apenas uma vez ou que não se adequam ao nosso guarda-roupa ou até cujo preço foi muito alto face à utilidade que lhe vamos dar», refere a Dressy Project, nas mãos das empreendedoras Guida Oliveira e Fefa Oliveira, em comunicado. Atualmente, a plataforma oferece serviços com personal shopping, teste das cores, arrumação/reorganização do closet, análise de estilo, mudança de visual e guia de estilo, entre outros.

4. VF Corp bate estimativas

A empresa de vestuário e calçado acaba de divulgar os resultados do primeiro trimestre, que superaram as estimativas de Wall Street. A boa performance da VF Corp está relacionada com o crescimento da procura das marcas Vans e North Face, além da subida das vendas online. A VF Corp tem concentrado os seus esforços na revitalização do portefólio, apostando nas marcas estrela, como a Vans, Wrangler e Timberland. As receitas cresceram 22% para os 3,05 mil milhões de dólares (aproximadamente 2,5 mil milhões de euros), superando a estimativa média dos analistas de 2,92 mil milhões de dólares. A empresa, sediada em Greensboro, na Carolina do Norte, EUA, anunciou que o lucro líquido aumentou para os 252,8 milhões de dólares, ou 0,38 por ação, face aos 209,2 milhões, ou 0,50 por ação. Para o ano fiscal de 2019, a VF Corp antecipa receitas entre 13,45 e 13,55 mil milhões de dólares, refletindo um crescimento entre 9% a 10%.

5. Fumar mata, mas está na moda

Ainda que possa ser encarada como um convite ao vício que mata sete milhões por ano, segundo a Organização Mundial de Saúde, a última tendência de moda já está a ser catalogada nas galerias de estilo como a próxima vaga do merchandising. Depois da “food merch”, que recuperava marcas icónicas, respetivos logos e slogans – da fast food a restaurantes emblemáticos de Nova Iorque – e os estampava em t-shirts e sweatshirts, chegou a vez das marcas de tabaco invadirem o guarda-roupa. O branding da Marlboro já está a ser destacado nos portais da especialidade, surgindo em blusões, bolsas de cintura e mochilas, entre outros artigos, com a devida paleta vermelha e branca. Esta moda pode vir a ser o par ideal para algumas das propostas da Vetements, como as botas-meia com salto de isqueiro.

6. Menswear prepara inverno

De acordo com o portal WGSN, depois de alinhadas as tendências de moda masculina desfiladas nas passerelles dedicadas ao outono-inverno 2018/2019, importa renovar o guarda-roupa com o seguinte quarteto – tartan, militar, toque macio e cor. Estas são as quatro tendências que, segundo os buyers de retalhistas como a Bergdorf Goodman e Neiman Marcus, merecem investimento na próxima estação fria. A Alexander McQueen, Dries Van Noten e Michael Kors foram algumas das marcas que sugeriram o clássico padrão tartan nas respetivas linhas de menswear, explorando novas paletas de cor. A estética militar já não é nova no guarda-roupa masculino, mas no outono-inverno 2018/2019 surge com renovada força e despojada do tradicional camuflado. Convidando ao toque, os coordenados masculinos vão render-se ao veludo e, ainda no despertar do tato, as peças em pelo deverão merecer investimento da ala masculina. Para os buyers internacionais, a cor é outra das tendências incontornáveis da estação, sobretudo os tons vermelhos, azuis e alaranjados, devendo ser usados com a devida moderação.