Breves

  1. ISEG no Dia Nacional da Manufatura
  2. Kasa decora primavera
  3. Amazon corre para o pódio do vestuário
  4. Mango comprometida com a sustentabilidade
  5. Britânicos privilegiam produção doméstica
  6. Primavera quadrada

1. ISEG no Dia Nacional da Manufatura

O Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) é a primeira instituição de ensino superior a aderir ao Dia Nacional da Manufatura, iniciativa dinamizada pela Prodsmart que decorre no dia 4 de outubro e visa abrir as portas da indústria à comunidade, promovendo o debate e dando visibilidade ao sector. Para o ISEG, é urgente mudar a perceção existente relativamente à indústria. «O mestrado do ISEG em Gestão e Estratégia Industrial é um dos poucos que prepara jovens gestores para as difíceis tarefas gerir atividades de operações e produção a nível internacional. Em muitos casos, estas atividades são erradamente percecionadas como pouco relevantes no contexto das cadeias globais de valor», explica Manuel Laranja, coordenador do Mestrado de Gestão e Estratégia Industrial, no ISEG. O Dia Nacional da Manufatura pretende envolver empresas da indústria ou outras organizações que queiram contribuir para impulsionar este sector em Portugal, como são exemplo as universidades, que podem participar através da organização de um evento ou da participação nos open days que serão realizados no dia. Entretanto, está já online no website da iniciativa (dianacionaldamanufactura.com) um conjunto de informações importantes para quem desejar aderir ao movimento. «A adesão do ISEG ao Dia Nacional da Manufatura marca a extensão desta causa ao meio académico. O debate e formação de qualidade, feito pelas universidades em total coordenação e adequação ao mercado, é uma das melhores formas para chegarmos aos jovens e mostrarmos que a indústria é uma excelente aposta de futuro», afirma Gonçalo Fortes, CEO da Prodsmart.

2. Kasa decora primavera

“O melhor da vida está em Kasa” – é este o mote do novo catálogo da marca de decoração e artigos para o lar exclusiva do Continente, que apresentou recentemente as propostas para a primavera-verão 2018/2019. «Há quem diga que a casa é onde está o nosso coração e que não há nada como voltar. Há quem prefira estar sozinho em casa e há ainda aqueles que gostam de receber e tê-la cheia de amigos e família. Para estes, o catálogo Kasa tem em destaque uma ampla oferta de artigos de mesa e de cozinha que vão encantar todos os convidados. Os quartos das crianças, os acessórios para casa de banho, a decoração para a sala e quarto ou os utensílios de lavandaria também não foram esquecidos e foram pensados ao pormenor», revela a marca em comunicado. O catálogo Kasa dedicado à primavera-verão 2018 apresenta três coleções exclusivas: a coleção “Nude”, inspirada no Minimal Chic que se assume como um convite a relaxar e a apreciar o bom que a vida tem para oferecer; a “Imaginary”, que representa o novo romantismo, com peças vintage, flores naïf, matizes rosadas e verde menta e a coleção “Sailor” que apresenta um conjunto de peças inspiradas no tema marítimo, uma tendência mundial.

3. Amazon corre para o pódio do vestuário

Depois de arrecadar mais 1,5% de quota de mercado nas vendas de vestuário nos EUA no ano passado, a Amazon está prestes a tornar-se a maior retalhista de vestuário do país, de acordo com uma nota do Morgan Stanley. Os grandes armazéns, em particular a Sears e a Macy’s, têm sofrido com o crescimento da Amazon, perdendo quota de mercado ano após ano para o marketplace. O Morgan Stanley prevê que estes dois grandes armazéns garantam apenas 8% do mercado de vestuário americano já em 2022, muito abaixo dos 24% de 2006. Do lado das marcas próprias, grandes jogadores como a Nike, Ugg e Calvin Klein preferiram aliar-se à Amazon do que aos grandes armazéns, afetando a sua notoriedade junto dos consumidores e, por outro lado, reforçando o portefólio da gigante online.

4. Mango comprometida com a sustentabilidade

Como parte do programa “Take Action”, a Mango estipulou como objetivo que 50% do seu algodão seja de origem sustentável em 2022. Nesta linha, a marca uniu-se à Better Cotton Initiative com a intenção de reforçar o seu compromisso de aumentar o uso de algodão de origem sustentável nas suas coleções. «Como parte integrante desta iniciativa, a Mango compromete-se a apoiar as boas práticas no sector do algodão e a fomentar o fornecimento do algodão de gestão sustentável», sublinha a Mango em comunicado. O programa Better Cotton Initiative (BCI) tem por objetivo transformar a produção mundial do algodão com base nos três pilares da sustentabilidade: o meio ambiente, o fator social e o fator económico, e conseguir que o algodão da Better Cotton Iniciative se converta num produto com um uso e comercialização generalizada. Mais de 15 milhões de produtores de algodão em 23 países já cultivam com a BCI.

5. Britânicos privilegiam produção doméstica

Aproximadamente 93% dos consumidores britânicos estão dispostos a pagar mais por produtos domésticos. Um inquérito da campanha Make it British descobriu que esse número saltou de 43% (percentagem registada há cinco anos) e que 50% dos consumidores estão a comprar mais produtos britânicos desde o Brexit. Outros 77% acreditam que um produto é de boa qualidade quando é produzido na Grã-Bretanha, relativamente aos 60% registados em 2013. «Há um desejo crescente de comprar mais produtos britânicos, mas o desafio é encontrar produtos feitos na Grã-Bretanha», reconheceu Kate Hills, da Make it British. «Contudo, saber que um retalhista está a vender produtos que são produzidos no Reino Unido ainda é um dos fatores que pode dar confiança aos consumidores e motivá-los a comprar», acrescentou.

6. Primavera quadrada

O padrão-chave da estação fria ganha renovada força na primavera-verão 2018, substituindo ou servindo como alternativa para as tradicionais flores. Nos dias quentes, o tartan vai enquadrar, sobretudo, os acessórios. Bolsas, collants e sandálias são algumas das sugestões de marcas como a Off-White. Para as mais ousadas, os vestidos longos e fluidos, as minissaias e os blazers são as peças responsáveis pela viagem do tartan entre estações. Na paleta de cor, a grande novidade é a introdução do amarelo Z (um amarelo vibrante), o tom deste verão e substituto do rosa millennial.