Breves

  1. Pequenos protegidos pela Zippy
  2. Emilio Pucci celebra cidades globais
  3. Americanos temem tecnologia
  4. App garante calçado confortável
  5. Walmart no pódio do retalho
  6. Homens de salto alto

1. Pequenos protegidos pela Zippy

Graças à eficácia do Si Repel Mosquito da portuguesa Smart Inovation, garantida pelo Instituto de Higiene e Medicina Tropical da Universidade Nova de Lisboa (IHMT) e pelo Siri Life Science, na Índia, a Zippy vai ajudar a assegurar a proteção dos petizes este verão. Com a subida das temperaturas, proteger os mais pequenos é não só uma missão dos pais, como da marca de vestuário infantil portuguesa, que agora lançou uma inovadora coleção para um verão sem picadas. O Si Repel Mosquito é 100% natural, não tóxico, biocompatível, amigo do ambiente e com elevado grau de eficácia e durabilidade, mesmo após 90 lavagens. Inserida na oferta estival da Zippy, esta coleção-cápsula propõe estampados alusivos à estação, sendo composta por t-shirts, para menina ou menino, dos 6 meses até aos 10 anos. Para completar a barreira de proteção, a Zippy lançou também uma linha de proteção UV, que vai ao encontro de uma das maiores preocupações dos pais: a exposição solar. A coleção ajuda a garantir uma proteção mais elevada e duradoura, sendo composta por t-shirts e swimwear.

2. Emilio Pucci celebra cidades globais

A marca de moda italiana desvendou recentemente a coleção “Sneakers of the World”, com 11 modelos de sapatilhas de luxo temáticas sobre 11 cidades globais. Estes modelos de edição limitada são vendidos nas lojas da marca nas cidades em destaque na coleção, bem como online. Cada modelo usa uma combinação de cores diferente, selecionada especificamente considerando a geografia. O nome de cada cidade também é bordado na parte de trás dos pares. As sapatilhas, que são feitas em Itália, apresentam bandas elásticas coloridas grossas e um bordado no calcanhar. A sola exterior é feita de borracha e tem acabamento branco em todos os modelos. A Emilio Pucci escolheu tons brilhantes para Milão, cores tropicais para Miami e tons vibrantes para Seul. Os modelos restantes são inspirados em Florença, Roma, Paris, Londres, Dubai, Moscovo, Hong Kong e Nova Iorque. Os pares estão disponíveis em lojas selecionadas da Emilio Pucci ou online, com um preço de 440 euros.

3. Americanos temem tecnologia

O papel do associado de vendas no retalho é um dos empregos mais populares nos EUA, com cerca de 4,5 milhões de americanos a ocuparem essa posição nas lojas. Em maio, o Bureau of Labor Statistics dos EUA divulgou que 7,5 milhões de postos de trabalho no retalho poderiam ser substituídos pela tecnologia. Já o Fórum Económico Mundial prevê que 30% a 50% dos empregos de retalho possam extinguir-se. A MarketWatch descobriu que, durante o último ano, os grandes armazéns cortaram 29.900 postos de trabalho. Não obstante, estes números não significam necessariamente que os empregos no retalho vão desaparecer. O retalho, como qualquer outra indústria, precisa de se reinventar. Os empregos deslocar-se-ão, muito provavelmente, para o ambiente digital, considerando que a Amazon continua a crescer e muitas outras empresas começam a apostar tudo no comércio eletrónico. A diferença aqui, porém, é que a transformação do trabalho no retalho terá consequências para uma população já vulnerável. Como a Harvard Business Review explicou, os trabalhadores do retalho «ganham salários baixos e têm horários imprevisíveis, poucas oportunidades de sucesso e crescimento e pouco significado e dignidade nos seus empregos». Ainda assim, não há como negar que o comércio eletrónico é o futuro e que os consumidores preferem recorrer a marcas digitais de moda rápida do que comprar marcas de herança americana.

4. App garante calçado confortável

Ninguém é perfeitamente simétrico e esta é uma das muitas razões pelas quais as mulheres têm tantos problemas com os seus pares de sapatos. A empreendedora Sandra Gault ambiciona resolver isso. A True Gault é uma empresa digital e direta ao consumidor que permite que as mulheres criem digitalizações a 3D dos seus pés a partir de um iPhone. Depois de baixar a aplicação (app) e tirar uma série de fotografias aos pés, as utilizadoras podem escolher entre uma seleção de 20 estilos, escolher uma cor, uma altura de salto, pagar 250 dólares (aproximadamente 223 euros) e esperar três a quatro semanas pelo seu par único, produzido em Espanha. A aplicação True Gault foi lançada na Apple Store a 22 de dezembro de 2016, logo depois de ter sido aceite pelo Google Accelerated Growth Program. Com seis funcionários e atualmente com sete investidores, a True Gault é uma empresa de calçado de mulher que faz do conforto a prioridade. Neste momento, a True Gault está disponível apenas nos EUA e no Canadá, mas Gault pretende expandir o negócio à escala global. A empreendedora está também disponível para vender a sua tecnologia a outros fabricantes de calçado. «Construímos a tecnologia para que possa ser escalável em ambas as direções», afirma Gault. «Como produto que se pode revender e como produto direto ao consumidor», completa.

5. Walmart no pódio do retalho

O Walmart voltou a encabeçar a lista anual da Fortune das 500 maiores empresas dos EUA. Fundado em 1945, o Walmart gere uma rede de mais de 11 mil lojas em 28 países e websites de comércio eletrónico em 11 países. 2017 assinala o quinto ano consecutivo que o gigante do retalho ocupa o primeiro lugar da lista. A Apple e a CVS Health também alcançaram o top 10, enquanto a Amazon subiu da posição 12 para a posição 8. A Costco, que garantiu grande parte do seu sucesso no retalho tradicional, figurou no n.º 16, a Walgreens Boots Alliance ficou no número 17 e o gigante Kroger ocupou a 18.ª posição. A Target ficou no n.º 38. No total, as empresas da Fortune 500 representam dois terços do PIB dos EUA e empregam 28,2 milhões de pessoas em todo o mundo. «O Walmart continua a fazer progressos na adaptação dos seus negócios de retalho físico a um futuro digital, investindo fortemente em tecnologia e usando a sua escala como maior empresa do mundo para impulsionar os preços, numa tentativa de ganhar quota de mercado aos rivais Target e Amazon», destacou a Fortune.

6. Homens de salto alto

Depois dos jumpsuits e das rendas, do cor-de-rosa e dos bordados, os saltos altos chegaram aos guarda-roupas masculinos. O rapper Kanye West, o cantor Harry Styles ou o político Marco Rubio são os exemplos mais recentes de homens de salto – ainda que, nos três casos as propostas sejam de salto com poucos centímetros, em botas e sapatos de estilo texano. Mais ousado tem sido Stefano Pilati. O designer foi recentemente apanhado pelas câmaras na Pitti Uomo, em Florença, nuns saltos altos mais vertiginosos, mantendo a sobriedade da cor preta. A revista Vogue parece aprovar a tendência, considerando que os homens, tal como a ala feminina, ficam mais sensuais a uns centímetros do chão.