Boa química

Com uma enorme importância na pegada ecológica dos têxteis e vestuário, os químicos assumiram um relevo ainda maior nas preocupações da indústria. O Grupo ADI, a CTF 2000, a Coriprint e a CHT revelam as suas mais recentes e inovadoras soluções.

O Grupo ADI destaca a sua fibra Tecstar, uma fibra sintética do tipo poliacrilato reticulado que cria um tecido ignífugo, «que sendo submetido a grandes temperaturas, não funde, não queima, nem goteja, somente carboniza», explica a empresa na publirreportagem Química das Empresas, publicada na edição de dezembro de 2021 do Jornal Têxtil. A Tecstar, que «tem mais de 45 anos de experiência na indústria têxtil e é fruto de anos de investigação», estando patenteada «em várias versões e registada como marca europeia», pode ser aplicada em diferentes sectores, da construção e decoração à proteção pessoal, filtração e transportes.

A CTF 2000, parte do grupo Flamaway, apresenta os produtos da gama retardante de chama Addiflam, nomeadamente o Addiflam pac 300 HF, que é não-tóxico, reciclável e amigo do ambiente. Segundo a empresa, é «o revestimento retardante de chama para todos os tecidos mais eficiente e económico». Certificados pelo Oeko-Tex e pela Zero Discharge of Hazardous Chemicals (ZDHC), os produtos estão aprovados pelo Reach e foram selecionados «de acordo com a sua natureza não-tóxica e perfil seguro para o meio ambiente».

A Coriprint, por seu lado, sugere soluções para impressão digital, pré-tratamento, tinturaria, estamparia e acabamentos da GP Textron, uma empresa com mais de 40 anos de experiência, assim como os pigmentos e auxiliares da Cresa, uma marca espanhola «com mais de 20 anos de implementação em Portugal», refere. «A Coriprint destaca-se no mercado pela excelência de serviço e consultoria prestados aos seus parceiros, bem como a prontidão de resposta às suas necessidades e expectativas».

Já a suíça CHT destaca os corantes reativos Bezaktiv S-W, «com alta solidez à luz combinada com boa solidez às lavagens múltiplas em fibras celulósicas». De acordo com a empresa, «o seu sistema de âncora multifuncional e um bom rendimento de cor» faz com que sejam «também recomendados para tonalidades mais escuras em todos os processos de tingimento comuns».

Soluções para conhecer, de forma mais aprofundada, na publirreportagem Química das Empresas, que faz parte integrante do Jornal Têxtil de dezembro de 2021.