Conforto e um foco em artigos mais macios e suaves, «com um toque extremamente agradável», descrevem a coleção para o outono-inverno 2025/2026 da Fitecom. «Os novos acabamentos atribuem aos tecidos de lã da Fitecom uma maior suavidade. Este toque mais suave e macio torna os tecidos impossíveis de resistir e de parar de vestir», realça João Carvalho, CEO da Fitecom.
Há também, como acontece nas malhas, uma grande ênfase no natural. «O natural e o reciclado têm um forte impacto nesta coleção, garantindo uma forma sustentável no impacto sobre as pessoas e o ambiente em geral», sustenta, acrescentando que «sendo tecidos feitos de lã natural sem tingimentos, apresentam uma qualidade excelente, boa performance térmica e um aspeto visual muito apelativo».
As cores suaves, refere, «em simbiose com novas composições de fios, criam tecidos ideais e funcionais para o dia a dia. Os tecidos com inspiração britânica emergem como um farol de elegância atemporal, em tons neutros e terrosos, que preservam a sua subtileza», sustenta. A coleção, cuja recetividade «foi forte nas diferentes feiras em que a empresa participou, com especial enfoque na Première Vision», integra ainda um fio de fantasia bouclé «misturado com os tradicionais fios cardados e penteados da Fitecom», resume João Carvalho.

Na 6Dias Têxteis, o conceito da nova coleção «baseia-se numa nova forma de sustentabilidade, recorrendo a novas fibras com menor impacto de produção para o ambiente», afirma a CEO Patrícia Dias. Para o outono-inverno 2025/2026, a novidade «são os tecidos com fibras sustentáveis de novos países de origem», refere, adiantando que «os clientes gostaram muito do novo conceito com fibras sustentáveis, tais como cogumelo, ananás, gengibre, laranja, urtiga, leite, banana e menta», que complementaram a oferta de uma gama variada de composições e estruturas com diferentes acabamentos, a que se juntam propostas em denim.
Já na Troficolor, mais do que sustentabilidade, foi o conceito de responsabilidade, nas suas diversas vertentes, que prevaleceu, garante Manuel Pinto, responsável pelo comércio externo da empresa. «Desenvolvemos a nova coleção reforçando os princípios da responsabilidade, através de uma escolha ainda mais cuidadosa e consciente das fibras e dos processos/condições de produção e da transparência, alargando o âmbito da rastreabilidade dos nossos tecidos», justifica. «A Troficolor Denim Makers é já uma referência no denim, mas a nossa coleção integra outras tipologias de tecidos, sempre desenvolvidos com a consciência de que a sustentabilidade e a defesa do ambiente devem estar presentes em todas as fases, desde a sua origem, conceção até ao fim de vida do produto. Desenvolvemos tecidos duráveis, com uma vida útil longa e que no final do seu ciclo de vida possam ser reciclados ou regenerados», acrescenta.

Na concretização deste princípio, a Troficolor apresentou tecidos com algodão BCI, algodão orgânico com certificação GOTS, algodão e poliéster reciclados com certificação GRS e RCS, tencel e celulose regenerada, tingidos com pigmentos naturais, como minerais e índigo vegetal. A empresa destacou ainda o novo conceito Eco Dyeing, «com um processo produtivo mais curto e uma significativa redução dos consumos de água e energia», assinala Manuel Pinto.
«As nossas propostas são sempre muito bem acolhidas pelos clientes que nos visitam e esta feira não foi exceção. Estabelecemos contactos muito interessantes com marcas importantes e saímos sempre de Paris com bastantes pedidos de amostras e boas encomendas», conclui o responsável pelo comércio externo da Troficolor.










