A tradição de inovar

Fundada em 1954 por Emile Henry, a Empresa Têxtil Nortenha iniciou a sua actividade na venda de pano de lençol para África, transformando-se apenas em 1977 – sob o comando do actual CEO e dono da empresa Carlos Branco – numa empresa familiar, com uma panóplia de produtos e mercados pautada pela diversificação. Actualmente, a empresa produz e comercializa vestuário de senhora, homem e criança para mercados onde a inovação e o design são factores prioritários. «Pautamo-nos pela tradição e pela inovação; isto porque, com 53 anos de actividade, é essa dinâmica ambivalente que nos posiciona no mercado global e nos distingue das restantes empresas do sector», afirmou Inês Branco, administradora da Têxtil Nortenha.Trabalhando quase a 100% com marcas de grande prestígio do mercado externo, nomeadamente Guess, Calvin Klein, Tommy Hilfiger, Armani Exchange, Levi's e Pall Mall, a empresa é também detentora de uma marca própria registada denominada Frans Oliever. Face a um aumento da procura de Portugal como país fornecedor, a empresa tem-se vindo a focalizar exclusivamente nos habituais mercados/clientes tendo como objectivo primordial prestar um bom serviço e primar pela qualidade dos seus produtos. «Apresentamo-nos como um satélite de produção dos nossos clientes e continuamos a melhorar os serviços prestados. A Empresa Textil Nortenha já está internacionalizada como fornecedor de qualidade. Ainda que estejamos presentes sobretudo no mercado nacional, exportamos igualmente para Itália, Espanha, Bélgica Reino Unido, Holanda, entre outros», revelou Inês Branco.Com um efectivo de 215 colaboradores, a empresa apresenta um volume de negócios de vinte e seis milhões e meio de euros no seu último exercício fiscal, prevendo até ao final do ano um incremento na ordem dos 5 aos 7%. «A Empresa Têxtil Nortenha aumentou as suas vendas consideravelmente e o volume de negócios, face ao ano anterior, apresentou um aumento de 6% e para 2007 prevemos um crescimento sustentado», explicou a administradora.Um sucesso que promete continuar e consolidar-se ainda mais, segundo Inês Branco, tendo em conta que «continuamos a trabalhar, com perseverança, profissionalismo, qualidade, criatividade e inovação. Isto porque a indústria têxtil portuguesa tem um enorme potencial e nós queremos continuar a fazer parte integrante do mesmo», finalizou.